Sete anos de saudades sem fim...
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Há sete anos um lindo arco-íris, perfeito, brilhante, cruzou os céus de Serra Negra, levando consigo uma artista ímpar, que coloriu nossas vidas com as cores do amor. O arco-íris se foi, deixando a saudade, que continua imensa, mesmo passados sete anos... tem dias que é mais fácil, outros mais complicado... mas dói, e não é pouco.
Estava lembrando outro dia, de minha mãe pouco antes de partir, falando emocionada da saudade que ainda sentia de meu avô (que já havia partido há oito anos), e questionando se ela nunca se acostumaria com aquela ausência. Eu acho que a gente não acostuma nunca... a gente aceita, faz de conta que não sente, mas basta um pequeno detalhe para tudo vir à tona de novo.
Eu bem que tento. Juro! Mas essa época é complicada... começa no meu aniversário, que ela fazia de tudo para comemorar, aí passa o dia das mães (que nem é preciso comentar), até que chega essa data, trazendo as lembranças mais doídas que tenho comigo. Só eu sei tudo o que vem à mente...
Eu tento... faço de conta que não estou vendo o dia se aproximar, mas a quem eu acho que engano? A cabeça, o coração, estão ali presentes, cutucando, dando sinal... acabei fazendo esse scrap, para tentar desabafar um pouco, fazer a cabeça voltar para o prumo... sei lá se funcionou!
É duro... tanta coisa que eu queria partilhar, dividir... vibrar junto. Eu sei que ela está perto, sei que acompanha meus passos, e que vibra a cada vitória, cada conquista. Mas seria tão melhor se esse "perto" fosse físico... porque por mais que eu sinta e saiba de sua presença, falta a voz, o toque, o abraço...
Você faz tanta falta, mãezinha... Amo MUITO você!
Andréa










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